Sentir também é pensar

por Douglas Carias

A forma que o nosso cérebro processa as coisas é muito interessante: de acordo com o que temos por repertório (ou seja, as experiências que temos desde que nos “damos por gente”), respondemos aos estímulos aos quais nossos sentidos são provocados. Se eu pedir para vocês pensarem numa mangueira, alguns podem imediatamente lembrar de uma árvore ou de quando deram banho no cachorro, ou mesmo lavaram o carro. Depende do que já viveram. Um ponto ainda mais importante é que o cérebro funciona como uma esponja: se você for estimulado, lembrará de momentos facilmente.

Pensar
Assim sendo, para os profissionais de marketing, isso representa um leque de oportunidades. As experiências que as marcas podem proporcionar, direta ou indiretamente, marcarão as pessoas. Ah, usei o verbo “marcar”. Sabe, a palavra marca vem do germânico “marka” e significa “significado”. Marcar então é traduzido por significar, dar significado a algo.

Onde quero chegar? Que a experiência e o sentimento que é gerado nas pessoas é um caminho para guiar o pensamento delas até uma afinidade com a marca, que levará a uma lembrança, a uma memória, até a uma saudade (não exatamente no modo romântico disso. Vocês entenderam.). Amigos, criem experiências com as pessoas que se relacionam com a sua marca. Façam elas entenderem que são únicas para vocês e que vocês são únicos para elas. Façam elas sentirem falta de seus serviços. Façam elas amarem suas marcas. Façam elas pensarem em vocês a partir do que já sentiram ou sentem. Enfim, tornem-se “insubstituíveis” na mente das pessoas.

Doug

Leave a comment